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Reconhecido em 2 de Dezembro de 1985, sob a denominação de "
Sindicato dos Árbitros Profissionais do
Estado do Rio de Janeiro – SAPERJ ", código número
010.000:02053-0, como entidade sindical de primeiro
grau representativa da categoria profissional "Árbitros
Profissionais" - integrante do terceiro grupo –
trabalhadores em estabelecimentos de cultura física do plano da
Confederação Nacional dos Trabalhadores,
nosso
sindicato completará no mês de Dezembro/2008, 23 anos de
existência.
O
SAPERJ nasceu da “Associação Profissional dos Árbitros de
Futebol do Estado do Rio de Janeiro”, fundada
por pioneiros idealista e sonhadores, que, através de seus
esforços pessoais, inclusive financeiros, boa
vontade e dedicação conduziram a Associação até a carta
Sindical. Tempos duros que poderão ser
esquecidos pelas gerações futuras.
Dentre
os pioneiros, cumpre destacar o papel desempenhado pelo seu mais
ilustre fundador, o então árbitro
pertencente ao quadro da FIFA, Arnaldo César Coelho que colocou
seu prestígio pessoal e profissional a
serviço da classe dos árbitros, sendo inclusive, o primeiro
Presidente do SAPERJ em sua fundação, para
cumprir a transição e promover eleições para o
triênio 1986/87/88.
Da data de sua fundação até a atual Presidência, seis
Presidentes cumpriram seus mandatos à frente do
SAPERJ, são eles:
1.
Reginaldo Mathias dos Santos
2.
Everaldo de Almeida da Silva
3.
Messias José Pereira
4.
Aluízio Felisberto da Silva
5.
Francisco Vitor Augusto
A
todos, seremos eternamente gratos, pois, cada um, de sua forma e
grau de importância, trabalhou sempre
com o objetivo maior de oferecer o máximo aos árbitros e a
arbitragem no exercício de seus mandatos.
É
muito importante no processo de avaliação das gestões
anteriores, reconhecer e registrar que as
dificuldades eram muitas, sem muito tempo de dedicação e na
maioria das vezes sem recursos, a entidade
tornava-se acéfala, com cabeça e sem corpo. Alguns presidentes
terminaram seus mandatos com apenas
dois, no máximo três, diretores dispostos para o trabalho. Isso
gerou um clima de descrédito para a entidade,
principalmente porque ficou residia no imaginário dos árbitros
que o Sindicato deveria oferecer tudo aos
seus associados, esquecendo, obviamente, que para todo
benefício, existe um custo direto e correspondente.
Que
fique registrado, que não existe entidade forte sem
contribuição, participação e comprometimento. O
Sindicato é o único a oferecer garantias aos árbitros para
reivindicar melhorias, manter o diálogo e o bom
entendimento com as entidades, visando acima de tudo mostrar aos
dirigentes a importância do investimento
no árbitro.
Jorge Rabello - Presidente do
SAPERJ |